Sinceramente apesar da derrota ainda continuo achando que esta é a formação ideal para o plantel atual do Criciúma. O grupo tem cinco zagueiros, dois laterais direitos e dois esquerdos, quatro volantes de contenção e três como segundo volante, que poderão jogar na meia direita. A grande dificuldade está no lado esquerdo. Há apenas um jogador de ofício e para o ataque muitas opções. Mas infelizmente o problema não está na quantidade e talvez nem na qualidade individual, mais sim no coletivo. A derrota desta sexta-feira diante do ASA–AL, nos mostrou a realidade de um time sem alma, enganador, dando impressão de que cada jogador apenas cumpre o ritual de entrar em campo, com envolvimento zero, quase irresponsável. Expulsões, falhas individuais, falta de padrão e ambição, pois não existiu um chute sequer ao gol no segundo tempo. Levaram a equipe a mais uma derrota vexatória diante de um adversário sem qualidade.
Andrey: Nota 3 – Muita falhas para um jogo só.
Fábio Santana: Nota 7 – marcou, apoiou e fez até gol. Um dos poucos que se salvou no jogo, pela garra e dedicação.
Rogélio: Nota 5 – Talvez esteja colocando força demais para acertar e acaba prejudicando a parte técnica.
Jackson Souza: Nota 4 – participação muito discreta, diferente do último jogo. Esperava que aproveitasse a oportunidade de ser titular.
Anderson Conceição: Nota 3 – Tem boa qualidade técnica, porém não sei o que acontece. Coloca força de mais nas divididas e acaba se complicando.
Pirão: Nota 7 - Fez um bom jogo, assim como o Fábio Santana.
Henik: Nota 4 – Não fez um boa partida.
Jackson: Nota 4 – Assim como o Henik, não conseguiram marcar os adversários e ainda tendo dificuldades para sair jogando.
Ramalho: Nota 4 – Esperava mais. Muito discreto no jogo.
Aloísio: Nota 5 – Produziu muito pouco. Podemos relevar em virtude de jogar sobrecarregado na função de criar e marcar, fazendo faltas infantis ocasionando a expulsão.
Tiago Silvy: Nota 5 – Ainda não encontrou o seu melhor futebol.
Zé Carlos: Nota 5 – Muito bem marcado, teve dificuldades de finalizar.
Mateus e Marcel: Ambos sem nota. Lutaram bastante mais foram prejudicados pela inferioridade numérica do time.
Mauro Fernandes: Até agora não vi nada que pudesse mudar significativamente a maneira de jogar do Criciúma. Repito, pelo histórico do treinador, depois de oito jogos, três vitórias, dois empates e três derrotas, já deveríamos ter um time mais definido. Nesta derrota para o ASA o Tigre entrou em campo passivo e perdeu resignado, alegando as mesmas desculpas. Achei digno a postura do treinador em ter feito o pedido de demissão. Ele veio com o intuito de subir. Como viu que a situação é muito mais difícil como imaginava e notou que era complicado reverter, optou em sair.




