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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Análise de Criciúma 3 x 1 Vila Nova-GO


Foto: Fernando Ribeiro/Jornal da Manhã
Apesar da promoção “Jogo da Paixão”, que teve, como sempre, o apoio total da imprensa local, e que levou um bom público ao estádio Heriberto Hülse, o Criciúma entrou em campo para enfrentar o Vila Nova–GO, com desconfiança e descrédito por parte da maioria dos torcedores. Já está mais do que comentado o fato de que o Tigre tem oscilado muito na competição devido as mudanças constantes da sua comissão técnica e também no comando do seu departamento de futebol.

Lembramos que no jogo desta terça-feira tivemos a estreia, diante da torcida, de três jogadores: Jackson Sousa, Tiago Silvy e Ramalho, e já estamos na 23ª rodada. O time entrou em campo com um esquema 4-3-3, sufocou o Vila Nova, principalmente no segundo tempo, e ganhou com diferença de dois gols, porém, é visível, que apesar da vontade dos jogadores, esta disposição tática não deverá continuar, pois jogando com dois volantes de marcação e três atacantes avançados o time não fica consistente. Inclusive sobrecarregando o meia de criação. O jogo serviu para mostrar que o caminho esta aberto para o acerto, ou seja, colocando um segundo volante que tenha características de armação, e substituindo um atacante avançado por um meia de criação a equipe ficará mais compacta. Depois é só insistir com o mesmo time, para que possamos ter a continuidade que até agora não tivemos.

NOTAS:
Andrey: Nota 6 – Não foi muito exigido.
Fábio Santana: Nota 7 – Fez um bom jogo, marcou bem, apoiou quando foi possível e teve bom aproveitamento nas bolas paradas.
Rogélio: Nota 6 – Como capitão precisa passar um pouco mais de tranquilidade para a equipe. O time fez um primeiro tempo muito ansioso.
Jackson Souza: nota 7 – Tranquilo e seguro na marcação.
Pirão: Nota 8 – Foi o melhor jogador em campo, marcou, apoiou e ainda fez gol.
Henik: Nota 6 – Bem taticamente dentro da sua característica de marcação.
Jackson: Nota 6 – também eficiente na marcação.
Aloísio: Nota 7 – Boa partida, apesar de um tempo parado. Muito sobrecarregado jogando sozinho na criação da jogadas.
Thiago Silvy: Nota 6 – Prejudicado pelo esquema, ficando na dúvida se era atacante ou meia. Tem habilidade e deve ser usado como atacante.
Schwenck: Nota 7 – Batalhador, fez um gol importante que ajudou na confirmação da vitória do Tigre.
Zé Carlos: Nota 8 – Jogador técnico, luta muito e empolga o grupo. Tem faro de gol, abriu o caminho da vitória. Tomara que encontre logo a sua melhor forma.
Marcel: Nota 7 – Entrou bem no lugar do Thiago Silvy, dando continuidade no esquema proposto pelo treinador.
Roni: Nota 5 – Não entrou bem e está muito longe de suas condições ideais.
Ramalho: Nota 6 – Ajudou o meio campo no momento em que o Vila Nova esboçava uma reação. Pode ajudar muito com a sua experiência.
Mauro Fernandes: Confesso que tenho me decepcionado com a produção do time sob o seu comando. Esperava mais, se levarmos em conta o histórico positivo do treinador. Com toda a sua experiência, chegou ao clube tendo todo o respaldo para tomar as atitudes e fazer as mudanças necessárias a fim de acertar o time. Com a vitória de hoje, tem de novo nas mãos a oportunidade.

sábado, 30 de julho de 2011

Análise de Criciúma 1 x 0 Americana-SP

A vitória da garra e superação pode marcar uma mudança importante no  comportamento do Criciúma Esporte Clube a partir de agora No Campeonato Brasileiro da Série B. Todo o time de futebol que sofre mudanças radicais na sua administração, principalmente no departamento de futebol, a exemplo do Criciúma, precisa de tempo e necessariamente de um fato novo para unir o grupo. Entendo que isso aconteceu com a vitória dramática desta sexta-feira diante do Americana-SP.

Assim como o técnico Guto Ferreira e alguns jogadores, entre eles Pedro Carmona, Toninho e Pirão encontraram tranquilidade pra trabalhar com esta vitória. As notas obviamente foram baseadas na dedicação de cada jogador diante da falta de condição para se jogar futebol,devido ao estado precário do gramado.

Andrey: Nota 7 – Vive uma boa fase, com o campo e bola molhados demonstrou tranquilidade e segurança.
Fabinho Capixaba: Nota 5 – Sei que pode dar mais, principalmente nos cruzamentos.
Rogélio: Nota 3 – Sua pior apresentação no Tigre. Colocou uma força desnecessária no jogo.
Toninho: Nota 7 – Atuante e participativo. Diante das dificuldades do gramado demonstrou segurança.
Pirão: Nota 7 – Outra boa atuação. A ameaça de ficar fora do time está recuperando o seu futebol. Espero que continue evoluindo.
Henik: Nota 7 – Jogar para encarar as dificuldades como o gramado de hoje.
Baraka: Nota 7 – Fôlego e boa condição física. Participou assiduamente durante toda a partida.
Pedro Carmona: Nota 8 – O melhor do jogo. Como se trata de um jogador muito técnico, o estado do gramado prejudicou muito o seu futebol, inclusive eu estava preocupado com isso. Em certos momentos conseguiu ser habilidoso aliando a garra. Impressionante como o banco o ajudou a ter atitude. O Guto Ferreira tem um bom problema para resolver, que é achar um lugar para o Pedro carmona no time titular.
Aloísio: Nota 5 – Jogador que se doa muito. Campo pesado e cansaço pela viagem com certeza influenciaram na sua atuação.
Adeílson: Nota 7 - Participativo e com muita vontade. Bom taticamente. Ajudou bastante.
Zé Carlos: Nota 5 – Jogou apenas 40 minutos. Tomara que a lesão não seja grave. O Criciúma perde muito sem ele no time.
Doriva: Nota 7 – Entrou bem, com a mesma garra e vibração dos demais jogadores. Fez um gol importantíssimo que pode significar o fechamento do grupo.
Schwenck: Nota 5 – Entrou também vibrante dentro das suas características.
Eder: Nota 7 – Merece uma boa nota pelo cruzamento que originou o gol do Doriva, acreditando até o último segundo.

Guto Ferreira: Acertou em cheio mantendo o mesmo time que conseguiu a vitória diante do Icasa. A superação da equipe diante das dificuldades do gramado e da qualidade do adversário passam necessariamente pela confiança que os jogadores possuem no seu comandante. A boa orientação fez com que o grupo enxergasse a necessidade e a obrigação da vitória para consolidar uma nova fase.