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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Criciúma 2 x 1 Vitória: se não convenceu, tranquilizou

Foto: Fernando Ribeiro/Jornal da Manhã
De forma surpreendente, o Criciúma mudou totalmente o esquema, sem fazer um único treino coletivo,depois do ultimo jogo. De um esquema 4-4-2 que vinha jogando, inclusive com três volantes, onde um fazia o papel de meia direita, para um esquema 4-3-3, e pasmem, três atacantes ofensivos: Schwenck, Zé Carlos e Adeílson. Com apenas Pedro Carmona na função de armador, na frente de dois volantes Baraka e Henik. Se não foi um time tecnicamente convincente, mais foi dedicado e com muita raça, principalmente no primeiro tempo, onde o goleiro Andrey fez duas importantes defesas. No segundo tempo levou um sufoco, devido às boas substituições feitas pelo técnico da equipe do Vitória, aliadas a algumas mudanças sem muita lógica do time do Criciúma. Se a equipe ainda não apresentou um bom conjunto, tendo muito que melhorar, o importante foi a vitória, dando tranquilidade para o treinador encontrar a formação ideal.

NOTAS:
Andrey: Nota 7 – Fez defesas importantes, principalmente no início do jogo. No segundo tempo também segurou a pressão do time do Vitória.
Fábio Santana: Nota 7 – Bem taticamente, com bom aproveitamento nas bolas paradas. Bateu o escanteio que originou o primeiro gol do Tigre.
Rogélio: Nota 6 –  Poderia ter um pouco mais de calma na saída de jogo.
Anderson Conceição: Nota 6 – Poderia ter uma nota melhor, pois é um zagueiro técnico e seguro, mas está cometendo faltas infantis.
Pirão: Nota 7 – Fez uma boa partida. Atacou, defendeu e colocou muita raça no jogo. O melhor jogador do Tigre na partida.
Baraka: Nota 5 – Meio apagado no jogo, errando alguns passes. Joga mais.
Henik: Nota 7 – Outro que jogou uma boa partida. Como segundo volante, fora de suas características, deu conta do recado.
Pedro Carmona: Nota 7 – também fez um bom Jogo. Cansou cedo porque estava voltando de uma lesão.
Adeílson: Nota 5 – Jogador de velocidade e muita vontade. Errou alguns passes importantes e chutou sem direção, inclusive perdendo um gol que liquidaria a partida.
Zé Carlos: Nota 7 – Enquanto teve fôlego jogou bem, fazendo os dois gols do Criciúma. Jogador muito oportunista. O tigre devia se preocupar mais com a sua condição física para não perdê-lo na reta final.
Schwenck: Nota 6 – Fez um bom jogo, inclusive dando o passe para o segundo gol do Zé Carlos. Caiu de produção no segundo tempo, pode jogar mais.
Roni: Nota 5 – Entrou relativamente bem, usou habilidade para segurar a bola e ajudar a segurar o resultado.
Massari: Nota 5 – Fez,taticamente o que o treinador pediu.
Éder: Nota 5 – Função tática com objetiva de marcar o lateral adversário.

Mauro Fernandes: Usou a sua condição de técnico experiente, e com confiança. Mesmo sem ter tempo de treinar o grupo, entrou com uma formação ousada, para cima do Vitória, arriscando-se em um primeiro momento e se retrancando em um segundo, objetivando ganhar os três pontos. Se fosse um treinador sem esses predicados não teria ganhado um jogo tão importante, em termos de tabela para o Criciúma.